A cada dia que passa torna-se mais e mais obrigatório que o profissional domine mais de um idioma, tenha conhecimentos de informática, seja carismático, bem humorado, possua autoconfiança e autocontrole, goste de desafios, tenha espírito de liderança... Pensa que acabou? Não, ainda não acabou! Tais qualificações já não são diferenciais, mas requisitos básicos para que o profissional participe do concorrido mercado de trabalho, que exige uma postura profissional perfeita, pois nenhuma empresa quer ter sua imagem abalada por funcionários inadequados. Mas o que compreende essa tal postura profissional? Além das qualidades acima citadas, espera-se que o profissional tenha capacidade para desempenhar as funções para as quais foi contratado e que, também, se vista e se comporte, de maneira adequada. De que adianta um profissional competente mas que ao escolher suas roupas para ir trabalhar não leva em consideração o perfil da empresa e do cargo que ocupa? Que credibilidade pode passar, por exemplo, um gerente de banco que está com o colarinho da camisa todo puído, rasgado? E um advogado de camiseta e calça jeans e não de terno e gravata? E as mulheres que abusam dos decotes, das saias curtas, da barriga de fora? Por mais capacitadas que estejam, será que elas passarão confiança? Quem acreditaria na seriedade de uma empresa que é representada por um profissional que nos eventos empresariais fica bêbado, fala e faz as maiores asneiras que se possa imaginar? E o que falar do profissional que não respeita a hierarquia que existe nas organizações, que não faz uso constante da ética, da boa educação e das palavrinhas mágicas (bom dia, obrigado, por favor, me desculpe), que não respeita o cliente interno e tampouco o externo? E não podemos nos esquecer dos que se comportam de maneira adequada só dentro da empresa e se esquecem que uma briga de trânsito, por exemplo, pode ser presenciada ou protagonizada por um futuro cliente. Isso para citar só alguns dos pontos que podem decretar o fim de uma carreira. Por isso, não se esqueça da frase: Comportamento pode pesar mais que desempenho.
Rosana Fa Gonçalves.
Consultoria em Postura Profissional.
rosanafa@terra.com.br
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